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Como a Apple Transforma Simples Atualizações em Espetáculo

  • Foto do escritor: Lucas Chiquetto
    Lucas Chiquetto
  • 9 de set.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 1 de out.

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A Apple nos lembra, a cada setembro, em seu evento de lançamento, que branding não se limita a lançar novos produtos. É sobre transformar o simples em espetáculo. Nada é deixado ao acaso: o roteiro, o ritmo, a trilha, o jeito de contar, o tom de voz, os porta-vozes, a identidade visual, os locais do evento, os nomes dados aos produtos… Mesmo quando as novidades são apenas melhorias, a narrativa faz tudo parecer grandioso. E é justamente aí que mora a genialidade, no poder de dar significado ao que, em outras mãos, seria só mais um upgrade.


Mas branding de verdade não se constrói apenas no palco. Ele se prolonga na experiência. Quem já falou com o suporte da Apple sabe: atendimento humano, rápido e empático não é detalhe, é estratégia. E quando somamos a isso um ecossistema em que iPhone, Mac, Apple Watch, iPad (entre outros) se entendem sem esforço, percebemos o valor de uma marca que cuida de cada ponto de contato.


A lição que fica é simples e poderosa: branding começa antes da compra, mas não termina nunca. É presença, consistência e significado em cada gesto. É saber quem você é e deixar isso claro em tudo o que faz. E nisso, poucas marcas no mundo conseguem ser tão coerentes quanto a Apple.






 
 

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